pequena descoberta
eu costumo dizer que nasci fumante. meus pais são tabagistas, minha mãe, especialmente, é muito viciada. eu, partindo de um princípio "dos males o menor", comprava charutos. a matemática da questão é que 1. charuto não se traga (muito), 2. mais nicotina por dose com menos alcatrão e sem amoníaco (ver O Informante para maiores esclarecimentos), 3. tirando raras exceções, eu podia fumar um charuto a cada mês, mês e meio ou até dois meses. mas a grana encurtou (e o charuto encareceu absurdamente) e fui largando ... de natal, agora, ganhei três, dois de sumatra e um cubano. estou fumando um dos de sumatra agora e descobri que não fumo mais. apesar da família estar fumando como se fossem os anos 70, eu parei de fumar. o charuto me incomodou (parei na metade) muito mais do que me deu prazer ou reacendeu o vício. nasci fumante mas me curei, existe esperança.
se alguém quiser dois charutos bons (o de Cuba é excelente), estejam à vontade para pedir. vou seguir feliz minha vida sabendo que tenho um vício a menos. :-)
além do porco, vou preparar um tabule pra hoje de noite. ah, champanhe, porco e tabule. muito bom.
feliz ano novo a todos os meus leitores.
terça-feira, dezembro 31, 2002
fui fazer as compras pro ano novo (vou fazer um assado de costela de porco com molho apimentado de melancia, um dos meus pratos favoritos) e acabei encontrando o Feu, o Moacir e o Joni e, pasmem, vendo o Senhor dos Anéis de novo. Mas a Vivi tava junto e ela tem um daqueles cartão Top, com isso o ingresso ficou cinco pilas ... :-)
Foi divertido, dá pra prestar mais atenção nos detalhes, como os momentos absolutamente Kurosawa da Batalha de Helm's End. Quem for ver, repara na forma como a música é usada, principalmente na cena em que o Haldir é abatido ... cor, textura, ambiente, música e até o volume do som ambiente são citações diretas do clássico Ran.
Quem for ver pela segunda vez ou tiver o livro à mão e quiser conferir, uma curiosidade linguística pra todos os que sabem que Sir Tolkien era filólogo. Em élfico, guerra, dor e desespero possuem o mesmo radical. Muito bom, muito bom, diz tudo.
Foi divertido, dá pra prestar mais atenção nos detalhes, como os momentos absolutamente Kurosawa da Batalha de Helm's End. Quem for ver, repara na forma como a música é usada, principalmente na cena em que o Haldir é abatido ... cor, textura, ambiente, música e até o volume do som ambiente são citações diretas do clássico Ran.
Quem for ver pela segunda vez ou tiver o livro à mão e quiser conferir, uma curiosidade linguística pra todos os que sabem que Sir Tolkien era filólogo. Em élfico, guerra, dor e desespero possuem o mesmo radical. Muito bom, muito bom, diz tudo.
segunda-feira, dezembro 30, 2002
domingo, dezembro 29, 2002
tive um sonho de beleza abstrata e sentimentos concretos. por onde o vento caminhava as ondas da terra se revolviam em espirais elípticas. astrofísica das ninfas em uníssonos acordes universais e danças lundus e raquetes. à falta do que não é não há saudade. um surfista desce a lágrima até o canto do céu da boca. patas gigantes troteiam leves encobrindo resquícios brilhantes de um grito amarrado. mas nada machuca. nada trespassa o escudo da poesia. então o céu incendeia e o calor mata todas as perguntas.
sábado, dezembro 28, 2002
ah, só uma coisa sobre o sinhô dos anel, as duas torre. a atuação do Gollum é brilhante, mesmo que ele seja uma criatura animada. sério, eles conseguiram o que o pessoal de Final Fantasy não conseguiu, olhos expressivos e com sentimentos ... a coisa mais difícil que existe para um animados/projetista. oscar de efeitos especiais garantidos, talvez até uma indicação a melhor ator coadjuvante. :-) quem não viu, não tem idéia do que eu tô falando, quem viu deve estar, sim, sssiiimmm, eles está precioso.
sexta-feira, dezembro 27, 2002
Tá, as pessoas pedem pra ler, então roubei o texto do Vladimir sobre o Wladimir pro meu blógui também
A primeira festa de aniversário de Mano Wladimir
Por Vladimir Cunha
Mano Wladimir está tenso. No colo da mãe, Marisa Monte, ele
ainda não conseguiu entender exatamente o que está se passando.
Ao seu lado, Carlinhos Brown conversa com Wally Salomão,
que cita uma poesia de Caetano Veloso,
que dá um brigadeiro orgânico
(sem chocolate e sem leite condensado) para Zeca,
que leva um pito da mãe, Paula Lavigne.
Mano Wladimir está tenso. É a sua primeira festa de aniversário.
"Criança sã/De uma rã/Guardiã/Eu sou seu fã/Na manhã/Aramaçã/Cunhã".
A música infantil escrita por Arnaldo Antunes
especialmente para a festa
é a trilha sonora da dança das cadeiras.
Nada da Turma da Mônica, nada de atores desempregados
vestidos de Pikachu. Aqui a coisa é diferente.
MM resolveu ser mãe em grande estilo e
contratou a Companhia Bufa de Artes e Performances do Absurdo
para animar a festa.
Fantasiado de Ed Motta,
um ator recita de trás para a frente
toda a obra de Eça de Queiroz para algumas crianças.
Do outro lado da sala, um grupo de clowns
(sim, porque numa festa como essa é proibido ter palhaço)
ensaia uma volta à posição fetal enquanto ostenta reproduções
dos parangolés de Hélio Oiticica.
Num canto, Carlinhos Brown dá uma entrevista
para uma repórter da revista Bravo,
escalada especialmente para cobrir o evento.
- E aí, Brown? Está feliz com o primeiro aninho do Mano Wladimir?
- É uma coisa da modernidade nagô,
no que tange a referência espaço/tempo do ciclo da história humana.
O cósmico supremo da realização superlativa,
a poética da bioenergia enquanto motor da sublimação ótica.
É onde o eu e o tu fundem-se na epiderme inconsciente.
- E o que você deu de presente para ele?
- Pensei na questão do pacifismo,
na guerra como catalisador das emoções humanas
ao mesmo tempo em que atrai e repudia o ser.
A máquina ceifadora que gera vibrações orgônicas,
que tangencia e descontinua a unidade solar dos povos.
- Como assim?
- Eu dei um boneco dos Comandos em Ação...
Enquanto as crianças não podem
comer o bolo de cenoura, aniz e mel de cana;
que traz estampado uma reprodução de O Abaporu,
de Tarsila do Amaral, em sua cobertura
Marisa Monte serve a elas copos de suco de gengibre
e balas de cravo da Índia.
Até que Paula Lavigne tem a idéia de
chamá-las para um karaokê.
Quem começa a brincadeira é Benedito Tutankamon Pedro Baby,
cinco anos e filho de um dos roadies de Arnaldo Antunes,
que canta O Avarandado do Amanhecer, de Caetano Veloso.
Em seguida é a vez de Zabelê Tucumã Nhenhé Çairã,
três anos e filha da empresária de Carlinhos Brown,
que canta Ana de Amsterdã, de Chico Buarque.
Ao saber que a próxima criança a cantar
é a impronunciável Zadhe Akham Mahalubé Sinosukarnopatrionitnafilewathua,
filha da copeira de Marisa Monte,
Paula Lavigne acha melhor suspender o karaokê.
É hora do Parabéns a Você.
Os convidados reúnem-se em torno da mesa.
E então, Marisa Monte anuncia uma surpresa:
quem irá cantar o Parabéns é Carlinhos Brown.
Brown, que andava meio sumido
depois de sua entrevista para a Bravo,
aparece vestido com um cocar feito de canudinhos de plástico,
uma camisa de jornal e uma tanga de folhas de bananeira.
Atrás dele, 315 percussionistas da Timbalada,
um videomaker e quatro poetas marginais.
Brown pega um garrafão de água mineral
e começa a cantar sua versão para Parabéns a Você:
- Vim para cantar/A tropicália alegria de um povo/
Azul, badauê, zumbi/Ela não me quer/
Mas sou um tacle regueiro/Viva o divino samba de João/
Monarco na rua/Meu bloco chegou.
Arnaldo Antunes se empolga e
começa a recitar poesias descontroladamente,
Marisa Monte gorgeia e improvisa algumas melodias,
a Timbalada toca um samba-reggae,
Paula Lavigne cai na farra e Caetano acha tudo "lindo".
O videomaker filma tudo e Wally Salomão escreve o release.
Os poetas marginais aproveitam a confusão para roubar uns docinhos.
Um executivo de uma grande gravadora,
que entrou de penetra, contrata todos os presentes
e promete CD, DVD, livro, críticas favoráveis no New York Times,
participação de David Byrne e especial de televisão.
Para comemorar, Arnaldo Antunes põe um disco de Lupicínio Rodrigues.
O ator vestido de Ed Motta cospe fogo.
Marisa Monte lê Mário Quintana em voz alta.
Mano Wladimir chora. É a sua primeira festa de aniversário.
A primeira festa de aniversário de Mano Wladimir
Por Vladimir Cunha
Mano Wladimir está tenso. No colo da mãe, Marisa Monte, ele
ainda não conseguiu entender exatamente o que está se passando.
Ao seu lado, Carlinhos Brown conversa com Wally Salomão,
que cita uma poesia de Caetano Veloso,
que dá um brigadeiro orgânico
(sem chocolate e sem leite condensado) para Zeca,
que leva um pito da mãe, Paula Lavigne.
Mano Wladimir está tenso. É a sua primeira festa de aniversário.
"Criança sã/De uma rã/Guardiã/Eu sou seu fã/Na manhã/Aramaçã/Cunhã".
A música infantil escrita por Arnaldo Antunes
especialmente para a festa
é a trilha sonora da dança das cadeiras.
Nada da Turma da Mônica, nada de atores desempregados
vestidos de Pikachu. Aqui a coisa é diferente.
MM resolveu ser mãe em grande estilo e
contratou a Companhia Bufa de Artes e Performances do Absurdo
para animar a festa.
Fantasiado de Ed Motta,
um ator recita de trás para a frente
toda a obra de Eça de Queiroz para algumas crianças.
Do outro lado da sala, um grupo de clowns
(sim, porque numa festa como essa é proibido ter palhaço)
ensaia uma volta à posição fetal enquanto ostenta reproduções
dos parangolés de Hélio Oiticica.
Num canto, Carlinhos Brown dá uma entrevista
para uma repórter da revista Bravo,
escalada especialmente para cobrir o evento.
- E aí, Brown? Está feliz com o primeiro aninho do Mano Wladimir?
- É uma coisa da modernidade nagô,
no que tange a referência espaço/tempo do ciclo da história humana.
O cósmico supremo da realização superlativa,
a poética da bioenergia enquanto motor da sublimação ótica.
É onde o eu e o tu fundem-se na epiderme inconsciente.
- E o que você deu de presente para ele?
- Pensei na questão do pacifismo,
na guerra como catalisador das emoções humanas
ao mesmo tempo em que atrai e repudia o ser.
A máquina ceifadora que gera vibrações orgônicas,
que tangencia e descontinua a unidade solar dos povos.
- Como assim?
- Eu dei um boneco dos Comandos em Ação...
Enquanto as crianças não podem
comer o bolo de cenoura, aniz e mel de cana;
que traz estampado uma reprodução de O Abaporu,
de Tarsila do Amaral, em sua cobertura
Marisa Monte serve a elas copos de suco de gengibre
e balas de cravo da Índia.
Até que Paula Lavigne tem a idéia de
chamá-las para um karaokê.
Quem começa a brincadeira é Benedito Tutankamon Pedro Baby,
cinco anos e filho de um dos roadies de Arnaldo Antunes,
que canta O Avarandado do Amanhecer, de Caetano Veloso.
Em seguida é a vez de Zabelê Tucumã Nhenhé Çairã,
três anos e filha da empresária de Carlinhos Brown,
que canta Ana de Amsterdã, de Chico Buarque.
Ao saber que a próxima criança a cantar
é a impronunciável Zadhe Akham Mahalubé Sinosukarnopatrionitnafilewathua,
filha da copeira de Marisa Monte,
Paula Lavigne acha melhor suspender o karaokê.
É hora do Parabéns a Você.
Os convidados reúnem-se em torno da mesa.
E então, Marisa Monte anuncia uma surpresa:
quem irá cantar o Parabéns é Carlinhos Brown.
Brown, que andava meio sumido
depois de sua entrevista para a Bravo,
aparece vestido com um cocar feito de canudinhos de plástico,
uma camisa de jornal e uma tanga de folhas de bananeira.
Atrás dele, 315 percussionistas da Timbalada,
um videomaker e quatro poetas marginais.
Brown pega um garrafão de água mineral
e começa a cantar sua versão para Parabéns a Você:
- Vim para cantar/A tropicália alegria de um povo/
Azul, badauê, zumbi/Ela não me quer/
Mas sou um tacle regueiro/Viva o divino samba de João/
Monarco na rua/Meu bloco chegou.
Arnaldo Antunes se empolga e
começa a recitar poesias descontroladamente,
Marisa Monte gorgeia e improvisa algumas melodias,
a Timbalada toca um samba-reggae,
Paula Lavigne cai na farra e Caetano acha tudo "lindo".
O videomaker filma tudo e Wally Salomão escreve o release.
Os poetas marginais aproveitam a confusão para roubar uns docinhos.
Um executivo de uma grande gravadora,
que entrou de penetra, contrata todos os presentes
e promete CD, DVD, livro, críticas favoráveis no New York Times,
participação de David Byrne e especial de televisão.
Para comemorar, Arnaldo Antunes põe um disco de Lupicínio Rodrigues.
O ator vestido de Ed Motta cospe fogo.
Marisa Monte lê Mário Quintana em voz alta.
Mano Wladimir chora. É a sua primeira festa de aniversário.
tenho que começar a preparar as coisas pro ano novo ... não que a data faça muito mais sentido do que natal ou o dia de são Patrício ... até porque nosso calendário tá errado em seis anos. ... FELIZ 2009 by the way ... mas desculpa pra festa a gente não joga fora.
quem quiser aparecer aqui, manda uma mensagem pelo emílio. o emílio é muito eficiente pra essas coisas.
quem quiser aparecer aqui, manda uma mensagem pelo emílio. o emílio é muito eficiente pra essas coisas.
quinta-feira, dezembro 26, 2002
far away, so close
up with the static and the radio
sattellite's gone up to the sky
things like that drive me out of my mind
take this blinded eyes and learn to see
all your life you were only waiting for this moment to arrive
a diamond crucifix in his ear he uses to ward of the fear
he left his soul in someone's rented car
i remember you well
from the Chelsea Hotel
up with the static and the radio
sattellite's gone up to the sky
things like that drive me out of my mind
take this blinded eyes and learn to see
all your life you were only waiting for this moment to arrive
a diamond crucifix in his ear he uses to ward of the fear
he left his soul in someone's rented car
i remember you well
from the Chelsea Hotel
WIDE AWAKE IN SOUTH AMERICA
eu fui dormir às quatro da manhã e acordei às sete e meia, isto só pode significar uma de três coisas:
1. Eu tenho um trabalho importante (não é o caso)
2. Aula (também não é o caso)
3. Eu estou doente.
o que nos leva à meditações delirantes e perdas de tempo para um insone levemente enfermo.
Esbarrei com uma maratona de Andromeda, uma série de ficção científica que é filha bastarda de Star Trek assim como Alias é filha bastarda de Felicity. É nova e estrelada pelo Kevin (Hercules) Sorbo. O mais divertido, no entanto, é o fato de que é produzida no Canadá e o tema foi composto por um certo Alex Lifeson, e tocado pela sua bandinha. É bem legal, procurem por March of The High Guard nos Gnutella da vida.
Era isso, vou suar e delirar um pouco mais ... acho que meus sintomas são síndrome de abstinência de cafeína, eu não tomo um copo há quatro dias ... deve estar me fazendo mal.
eu fui dormir às quatro da manhã e acordei às sete e meia, isto só pode significar uma de três coisas:
1. Eu tenho um trabalho importante (não é o caso)
2. Aula (também não é o caso)
3. Eu estou doente.
o que nos leva à meditações delirantes e perdas de tempo para um insone levemente enfermo.
Esbarrei com uma maratona de Andromeda, uma série de ficção científica que é filha bastarda de Star Trek assim como Alias é filha bastarda de Felicity. É nova e estrelada pelo Kevin (Hercules) Sorbo. O mais divertido, no entanto, é o fato de que é produzida no Canadá e o tema foi composto por um certo Alex Lifeson, e tocado pela sua bandinha. É bem legal, procurem por March of The High Guard nos Gnutella da vida.
Era isso, vou suar e delirar um pouco mais ... acho que meus sintomas são síndrome de abstinência de cafeína, eu não tomo um copo há quatro dias ... deve estar me fazendo mal.
quarta-feira, dezembro 25, 2002
foram três as festas do meu natal. a primeira com a família. distribuição de presentes e comida, terminou eram onze e meia. a seuinte com alguns amigos virtuais, uma em especial, Julli, que me acompanhou até que a terceira começasse. a terceira foram meus amigos, começamos aqui, fomos pra cidade baixa num boteco fedorento e terminamos na Neo, ex im de Século. No total me diverti e acabei a noite, ou o que resta desta manhã, exatamente como previa. só, mas contente. Ainda assim, sigo discordando de Nelson Rodrigues quanto à impossibilidade de amar e ser feliz ao mesmo tempo.
A quem colaborou direta ou indiretamente neste caso, obrigado. tenho quase certeza de que o souviriam de maneira educada.
A quem colaborou direta ou indiretamente neste caso, obrigado. tenho quase certeza de que o souviriam de maneira educada.
terça-feira, dezembro 24, 2002
testezinho roubado do blog da Bruna, que teve uma infância melhor que a minha

I WAS A GIFTED CHILD
i had my niche.
intelligent. creative. or artistic.
what kind of child were you?
(brought you by april)
i had my niche.
intelligent. creative. or artistic.
what kind of child were you?
(brought you by april)
segunda-feira, dezembro 23, 2002
é bem provável que tenha sido meu subconsciente dizendo, Tu não quer ficar com essa mulher, tu gosta daquela que não tá aqui, mas descobri que, não importa o quanto se bebeu, a natureza geográfica do Guaíba (um lago) não é um bom assunto pra se ter com alguém do sexo oposto numa festa.
Mas a festa foi boa, como de costume é a festa do dia 22 de Dezembro. Fui junto da minha amiga Viviane (Diretora de Fotografia do Pela Rua) e lá ainda encontramos a Mônica (produtora do filme). De quebra, estavam as figurinhas de costume, meus chefes, as irmãs Stigger, a Lady A., o DGDGD, entre outros. Foi fun, estou suado e podre. Ainda bem que não preciso acordar cedo amanhã.
Mas a festa foi boa, como de costume é a festa do dia 22 de Dezembro. Fui junto da minha amiga Viviane (Diretora de Fotografia do Pela Rua) e lá ainda encontramos a Mônica (produtora do filme). De quebra, estavam as figurinhas de costume, meus chefes, as irmãs Stigger, a Lady A., o DGDGD, entre outros. Foi fun, estou suado e podre. Ainda bem que não preciso acordar cedo amanhã.
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