segunda-feira, março 31, 2003
sexta-feira, março 28, 2003
sábado, março 22, 2003
terça-feira, março 18, 2003
yep, right. As if ...

You're the smirk,a frown-smile hybrid that's a
little bit cocky and usually associated with
evil or arrogant,but attractive people.You
probably just don't give a damn,but it's
everyone else's fault if you don't because
you're too awesome to have any real faults.
What Kind of Smile are You?
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segunda-feira, março 10, 2003
Estes eu peguei da Mel ...

You are Prospero from the Tempest! You care deeply
for people - yet sometimes your protective
nature can hurt you. You see beauty and magic
in nature.
a (real) shakespearean quiz
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The role you were born to play is Hamlet. You have
an enigmatic thing about you. Some see it as
self-indulgent - but regardless you're smarter
than people give you credit for and you're
ready to take on the Bard!
what theatre role was i born to play?
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FEV. 25
George e Danielle chegaram ainda estávamos acordados. Demos uns presentinhos e tal e fomos dormir.
Hoje de manhã, o tempo foi ocupado com afazeres domésticos e em reatar as amizades. Almoçamos peixe e salada seguidos de muito café, morangos e chocolate. Depois o pai e eu fomos para Paris, pro "nosso" bairro, o Quartier Latin. Comemos um sorvete na Île de Saint Louis e depois ficamos caminhando por este micro-bairro tão especial. Já sei onde quero morar, esqueçam tudo o que eu falei antes. Seguimos a pé até Les Halle e, no meio de todas as lojas de discos da Madonna e artigos para Drag Queens, achei uma loja de jóias celtas. Me comprei um anel de prata. Já estou usando, as duas mãozinhas abraçando meu anular esquerdo e segurando o coração enorme apontado para mim, e a coroa, a coroa como uma segunda unha no meio do dedo. Magicamente todas as mulheres e homens pararam de olhar para mim. :-)
FEV. 26 - Saint Malô, terra de Corto Maltese
Esta cidade é provavelmente o paraíso medieval do quadrimaníaco. Houve um festival de Bande Desinée aqui e a coisa ficou pra sempre. Nosso hotel, na verdade uma Public House no mais irlandês dos sentidos, é um prédio com 800 anos, uma escada apertada, uns 3 apartamentos por andas (11 apts. ao todo), café da manhã cobrado separado e a recepcionista/caixa dividindo suas funções entre a hospedagem e o pub que ocupa o térreo e o subsolo. O pub serve Murphy's, (a 2a melhor cerveja preta da Irlanda, Guinness ainda é melhor) entre outras coisas. Eu tava lá quando chegou um casal de amigos da barwoman com o Accoustic Unledded do Jimi Page e Robert Plant. Pediram pra por, ela atendeu prontamente. Fiquei lá bebendo e tentando entender as conversas em francês (nada importante) até que o pai desceu para irmos jantar. Comemos um Potée Breton, um cozido de carnes de porco com legumes, bebendo uma pint de Guinness. YES! Mais celta que isto, só cruzando o Mar da Inglaterra até a Irlanda. Aliás, estamos numa Irish corner, além do nosso hotel têm mais dois Pubs aqui na frente. São 9 horas da noite, eu passei o dia caminhando e só consigo pensar em descer e gastar mais 5€20 em cerveja ... fazer chegar a um litro e meio. Mas acho que não, amanhã acordamos cedo para ir a Mont S. Michel, que eu sempre quis conhecer.
Só mais uma nota sobre o PUC do Hotel. O Corto Maltese está desenhado sobre as pedras centenárias da parede. "Nuff Said".
Fui beber mais. Descobri que o nome do gato é Mao. Tocava Janis Joplin.
FEV. 27
8:20 da manhã.
O pub onde servem o café está fechado. Não tem ninguém no hotel, se a gente quisesse dar um calote era bem fácil, pena que o lugar é tão simpático ... me deixa com ainda mais escrúpulos. A cama onde o pai dormiu tem uma mola quebrada e eu rolei na cama o tempo todo por causa do exagero de porco da noite anterior. Pelo ruído, a cidade é bem movimentada à noite e, se eu não fosse acordar cedo hoje, teria ficado pela rua. De manhã, as gaivotas é que caminham por estes caminhos velhos sem preocupações ou desafetos.
16:20 - TGV
Nos irritamos com o hotel e fomos para um restaurante perto do portão da cidade para tomar café. Foi carinho, 6€90 para o que parecia pouco, geléia, manteiga, um croissant, um pão, um copo de suco de laranja e uma xícara de café. Quase não consigo comer tudo.
Em S. Michel estava chovendo. Eu com casacão de lã e toda a nossa bagagem na mochila, talvez uns 15 quilos, fiquei das onze da manhã até o meio dia e trinta em pé, subindo escadas com degraus remontando ao século X, escorregadios e, alguns, cheios de limo. Raras vezes fui tão feliz sem uma mulher que me amasse do meu lado. Nem as centenas de turistas japoneses tirando fotos me incomodava. (Haviam duas japinhas que mal tocaram nas câmeras, agora sei a razão). No meio de toda a exploração, há alguns hotéis bem bacanas e com preços razoáveis, um dia, devo voltar acompanhado e permanecer algumas noites aqui, preferencialmente em épocas de maré alta. Queria ter ficado mais tempo, apesar da chuva, mas o ônibus de volta a S. Malô saía às 13 horas. Almoçamos um crepe salgado acompanhado de uma xícara de cidra. É incrível como estes pequenos prazeres podem deixar alguém tão realizado. Conheço pouco, muito pouco do interior da França, mas a Bretanha foi uma surpresa medieval feliz. O tipo de lugar que te faz querer ter cavalos.
17:55
Para quem não tem idéia do quanto o TGV é rápido, nós cruzamos uma tempestade enorme, dessas em que o dia vira noite, raios cruzam o céu e parece que o mundo vem abaixo.Não obstante mal ter dado tempo de comentar e perceber que estava chovendo, apenas uma gota conseguiu passar o deslocamento de ar e bater na minha janela. Agora ela já secou. São seis horas e nem vejo mais a cidade onde chovia ou as nuvens.
Jantamos muito e muito bem por 46€ na Rue de Montparnasse. Ah, pato, porco, purÊ de batatas e salada de camarão, bebendo vinho tinto num restaurante tão kitsch que era engraçado. E pensar que entramos ali porque chovia e era em frente a um buraco de metrô. Com a possibilidade de fazer conexões entre todas as linhas, qualquer estação é ao mesmo tempo meio caminho para casa e uma boa forma de fugir das chuvas.
Ah, uma coisa que esqueci de mencionar de S. Malô, a sociedade histórico naval da cidade resolveu reconstruir o último navio corsário do lugar (que se ergueu com grana pirata) do mesmo jeito que era em 1812, salvo os 4 canhões. Agora, grupos podem alugar o barco para passeios e viagens curtas. Quero fazer isto, fiquei curioso, nunca andei num veleiro de madeira.
testesinho antes do resto do diário

you are the cute but psycho happy bunny. You
adorable, but a little out there. It's alright,
you might not have it all, but there are worse
which happy bunny are you?
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sexta-feira, março 07, 2003
FEV. 19
No lugarzinho onde a gente toma o nosso cappuccino e brioche a €1,75 por cabeça tava tocando Aquarela, do Toquinho. O pai ficou reclamando que não gosta de tomar café da manhã corrento de pé. Eu disse para ele que ele só corre porque quer. Daqui a pouco vamos para a Universidade Bicocca onde tem uma certa Chiara Pozzi trabalhando numa pesquisa sobre o Forum Social Mundial.
Ah, o calor do nosso quarto é tão grande que estamos dormindo com a janela aberta para deixar o frio entrar.
in suburbia
Almoçamos na Universidade de Bicocca, que é pública e foi (ou melhor, está sendo) construída sobre uma velha fábrica da Pirelli. Antes passamos na estação de trem central para validar os Eurail Pass, tinha um terminal de iNet grátis mas o teclado não funcionava direito. Acabou com minha breve ilusão de que poderia postar e ler uns emails.
A chiara é bem bacana, esteve no Acampamento da Juventude em 2002, quase perguntei se ela tinha dado muito, mas achei que não era o momento.
Tirada da noite "Livro, que é isso, se come?", Dra. Susana Gastal.
Jantamos todos juntos, o pai, a referida doutora, a Norma Martini Moesch e sua filha mais nova Alessandra, num bistrô italiano maravilhoso especializado em comidas frias. Eu comi uma salada acompanhada de salmão cru e cozido chamada Alaska, pela bagatela de €13,00 (aqui eles escrevem assim 13€00 ... acho muito legal e melhor). No final mantivemos a média de €20,00 por cabeça. Depois resolvi ligar para o Brasil e fazer render os cartões que a embratur nos deu. Pena que só consegui falar com a mãe. Amanhã cedo vamos para Berna. Talvez eu ligue de novo e tire alguns de vcs da cama.
FEV. 20 - CAMBIO
Quando o despertador tocou às 6 da manhã, já estávamos acordados morgueando na cama. Arrumei as malas, que engordaram em dois pares de sapatos ... apesar de que um deles estava nos meus pés. Nos fomos, Krause pai e Krause filho para a Estação Centrale di Milano. Só que o Krause pai pede pro taxista nos levar pra "Terminale". "Onde?" perguntou o homem assustado. Só então nos lembramos que "Terminale" é só a estação de Roma (Sabe? "Todos os caminhos levam a Roma" e tal). O trem saiu pontualmente às 8:10 em direção à Berna, numa viagem de cinco horas por cima dos Alpes. A paisagem calma e nevada, o ruído ritmado do trem e o fato de não estar ouvindo os roncos do meu paifuncionaram maravilhas ... dormi como um anjinho a sonhar com o amor das musas gregas e com o brilho de grandes olhos de amêndoa.
Nota paralela: comida de trem sempre foi cara, mas 330 ml de água no lado suiço da fronteira custam absurdos 12 reais.
O pai e eu fomos de primeira classe, graças ao Eurail Pass, enquanto a Norma, a Susana e a alessandra foram de segunda. A diferença de qualidade não vale a diferença de preço, diferentemente do que ocorre com as passagens aéreas.
Chegamos a Berna, fizemos o check-in em nossos respectivos hotéis e fomos a Muri visitar o Krippendorf, acamado com câncer terminal no intestino. Quem viu a teleconferência do cara no FSM sabe a falta que ele vai fazer. Voltamos meio chumbados, mas os humores foram-se elevando rapidinho. Jantamos num restaurante tradicional, depois que a mulherada foi para o hotel, o pai e eu ficamos perambulando e, finalmente, saí sozinho procurando uma festa. Achei várias, mas decidi voltar pro hotel e ler os emails de amor que recebi (foram poucos) ... mas o suficiente para que eu durma esta noite feliz e sossegado.
A cidade é linda, amanhã vou explorá-la melhor. Já vou adiantando que poderia morar aqui sem problemas.
FEV. 21
Acabei de chegar da janta. O pai está na recepção lendo emails, eu subi pra ligar pra Porto Alegre mas dei de cara com a porta. Comemos num restaurante turco, o Maktub na Markthausse (acho que se escreve assim). Foi excelente, galinha, ovelha e "hamburger de ovelha" com arroz apimentado e molho de iogurte. Quase morri comendo. Antes nós passamos muitas horas andando quase sem rumo. Fomos à catedral e à prefeitura, entramos num supermercado, essas coisas. Berna é uma dessas cidades em que o melhor a fazer é nada. É cheia de recantos onde os casais podem se beijar durante o dia e os viciados fumar crack ou tomar heroína à noite. Mas essas contradições aparentes têm sua beleza ao tornar a cidade num lugar real e vivo, não apenas uma grande peça medieval de museu ao ar livre.
Comprei um presente hoje e a gerente do departamento era do interior paulista ... foi engraçado. O mulherio embarcou de volta pra Milão às 3 da tarde e o pai e eu tivemos o resto da tarde para rir da vida. Amanhã embarcamos para Genebra assim que acordarmos. Daqui a pouco ligo para o Brasil de novo.
Ah, esqueci, uma loja estava distribuindo maçãs grátis para os turistas ... na calçada, uma caixa dizendo "Take One" ... e estava deliciosa e doce. ... e não estava envenenada, continuo aqui.
FEV. 22
Saímos ).47 de Berna e chegamos 11:30 em Genebra. Até aí, tudo bem, então se descobriu que não tem lugar pra Paris até segunda-feira. Isso fodeu com o humor do meu pai e vai fazer um rombo nas nossas finanças. A Suiça é o lugar mais caro do Europa e Genebra, o mais caro da Suíça. Caminhamos pela margem do lago e do rio ... impressionante como a água é limpa, dá pra ver o fundo. Mesmo assim, o humor do pai só melhorou à noite.
Vimos o Quinteto de Thomas Silvestri com o excelente Michael Gassman no trumpete. Pelo menos o Jazz é bom e no preço.
FEV. 23
Porvavelmente vamos trocar de hotel. Temos uma noite paga do Brasil, a US$60,00, um preço justo por este quarto, mas a diária de balcão deste hotel são absurdos 380 Francos Suiços, algo como US$300,00. Juuuuuura.
...
O café da manhã é muito, muuuito bom. Este acabou sendo o fator decisivo em querermos ficar neste hotel. Isto e a diária de 170CHF00, creio que devido a ser fim de semana. De qualquer maneira, amanhã vamos ver se eles nos dão desconto de agente de viagem e descolamos a nossa tarifa de US$60,00 da primeira noite.
A Promenade do Lago Genebra fica lotada aos domingos com sol. Como o pai bem observou, há um jeito de se aproveitar o sol que só quem tem inverno frio consegue compreender. (A europa é o maior mercado mundial de conversíveis ... e a Inglaterra o maior da europa, por exemplo). O sol se põe sobre a cidade e a luz reflete no fundo do leito translúcido do rio. Casais abraçados de todos os sexos (vcs entendem o q eu quero dizer) e todas as idades, com e sem filhos, lagarteiam tomando chá ou café, alimentando os cisnes ou fumando maconha com uma naturalidade típica das margens acobreadas do Guaíba. É fato, lagos possuem uma característica calmante que o mar, com seus barlhos, não consegue me proporcionar. De quebra, um casal alemão (ou mais provavelmente austríaco) resolveu dar uma volta no farol (o que é proibido) e acabou andando no meio da água gelada. É claro que é uma coisa idiota para se escrever, mas, vendo os jeans enxarcados da mulher e quase ser acertado pelos coturnos que ela jogou sobre a passarela fez a mim e a duas italianas rir por uma boa meia hora. Ainda agora sorrio lembrando.
O pai reclama que com a bruma não se vê os alpes ou a França na outra margem, o que ele não percebe é a beleza leve de se ter um horizonte nulo, onde lago e céu se fundem fora da perspectiva, como fariam numa pintura impressionista.Entre a bruma e o céu sem nuvens, o mundo parece um lugar muito mais leve. E eu, e tu, flutuamos sem tempo ou espaço.
Jantamos um fondue com ervas e raclete acompanhados de um vin locale muito bom. Ainda assim não me acostumei com a mania suiça de colocar tampa de rosca nas garrafas de vinho. Deve ser coisa do PV pra poupar a cortiça. Mas, vai entender este povo que se nega a aceitar o Euro como moeda oficial ... Eles gostam mesmo de ser uma ilha em terra firme.
FEV. 24 - TGV, 19:05
Enquanto o trem acelera até os 300km/h e a luz não me deixa dormir, escrevo. Mais uma hora e quinze e chegamos a Paris. Descobri que a empresa em que meu primo trabalha fabrica as janelas deste vagão.
Como o horário de partida do nosso trem era 16:44, decidimos tomar um café lento e, por sugestão minha, ir para o outro lado do nosso hotel, para longe da cidade antiga. Acabamos no Jardim Botânico de Genebra, onde também fica o Museu de História da Ciência e o Memorial da Cruz Vermelha. Caminhar num parque à beira de um lago cheio de cisnes e marrecos é bonito, mas não há muito o que dizer. Depois comemos num restaurante italiano, pasmem, bife mal-passado, apimentado e muito bom.
AM V8 Volante
No caminho de volta do Jardim Botânico passamos por uma loja de carros antigos. Entre um Porsche Turbo novo e um Jaguar XJS dos anos 90, estavam 3 Jags XK (um 120, um 140 e um 150) e ainda um sedã Mark VIII, um Rover 3Litre, uma Ferrari 250, um 356B Coupé, um Bentley e, lindo e impecável, um Aston Martin V8 Volante da década de 1970. Chato é tentar fazer o pai compreender a beleza de cada uma dessas máquinas que ele não consegue ver como nada além de bens de consumo e de status. Até são, mas o verdadeiro aficcionado não pensa assim.
Têm vezes que eu me impressiono com a minha própria falta de noção. Fui comprar uma água e acabei cortando uma guria à la Adriano só porque ela se impressionou que eu fosse brasileiro. Como se eu tivesse cara de brasileiro pra começar ... Depois fico aqui me lamentando pq a guria tinha cara de ser parceira (claro que a fidelidade de ninguém esteve em risco ... óbvio, não estou falando deste tipo de parceria) e de conhecer uns lugares pra fazer festa, quando voltar, vou reto pra noite.
O pai tá aqui do meu lado bochinchando sobre como ir pra Danielle...
nous arrivont
Na excitação da chegada, o pai esqueceu de pegar a chave do apartamento com a Danielle. Na excitação da chegada, a Danielle guardou a chave de novo dentro da bolsa. Telefonema daqui e dali, voltam George e Danielle à estação para nos entregar as chaves. Não tenho idéia do quão atrasados eles chegaram na festa de casamento que têm pra ir. O taxista, um imigrante oriental, se perdeu em Boulogne, se negou a pedir ajuda pra alguém na rua e ficamos horas dando caríssimas voltas até encontrar a maldita Rue de Paris. No final deu tudo certo, enchemos o rabo de queijo e pão, separamos roupas para levar na lavanderia e estamos esperando eles voltarem da festa para conversarmos um pouco. Eu estou podre de sono e, por mim, já estaria dormindo. Amo esta cidade como um segundo lar, mas existem certas coisas do Brasil que ultimamente só vejo em sonhos e quero a companhia delas agora ...
O pai também cansou. Ótimo, vamos dormir.
terça-feira, março 04, 2003
FEV. 16
Agora é dez pra uma da tarde e olho o saguão impessoal do Aeroporto de Guarulhos. O pai está fazendo uma massagemenquanto eu me lamento de não ter comprado um cartão telefônico pra ligar pra alguém em Porto Alegre. Falta uma hora para o embarque no vôo pra Milão via Frankfurt da Lufthansa. Eu estou podre mas resisto à idéia de dormir pois sei que a exaustão é minha única esperança de um sono tranquilo. Estou escrevendo à mão na agenda escandalosa da Ambassade Française, resisti bravamente à tentação de trazer o Titanium comigo e me dói um pouco saber que a mãe só vai usá-lo pra jogar paciência. Anyways, quero ver se compro uma camera digital e posto algumas fotos ao longo dos dias ... mas as que têm aqui no Free Shop de Sampa são caras e ruins. O pai tá ganhando (pagando) uma massagem enquanto me divido entre a excitação da viagem e a dorzita de deixar meus entes queridos. Pode ser que seja a canseira, ou o fato de que acordei mais de 26 horas atrás, ou mesmo o gosto de mulher que ainda está na minha língua desde muy cedo esta manhã e que se recusa a sair da memória mesmo depois dos muitos cafés, sabores, comidas que se sucederam desde então. Mas a única pessoa que apareceu no Aeroporto Salgado Filho hoje de manhã foi a Vivi, ponto pra ela ... :-P pra todos vcs outros.
Eu sei que escrevo tanto para não apagar. Mas também tenho que pensar em como encontrar o Xarro se for pra gente fazer algumas festas juntos.
FEV. 17 - arrivatto
O avião da Lufthansa pousou germanicamente no horário previsto. Mais de onze horas e meia de viagem e eu mal preguei o olho graças a uma TV "grande irmão" que nunca foi desligada. No vôo passou The Banger Sisters e Casamento Grego. (Momento ironia em honra a Casamento Grego que só eu vou entender e é assim que deve ficar).
No Brasil agora é 2h30 da madrugada, a maioria de vcs deve estar postando ou dormindo. Eu espero meu vôo de conexão pra Milão no Mix de granito, aço e vidro de corredor e saguão, que é o suposto lounge do portão A30 do Aeroporto de Frankfurt,. Ficou, claro, um pouco menos frio do que eu lembrava, mas, claro, naquela época, a Alemanha ainda era duas e o tal de muro nem sonhava em cair. Bah, isso já faz vinte anos, o Bowie mal tinha rugas e o U2 estava longe de ser chamado "the hottest ticket in rock".
Sobre o vôo FRA-Milão, que posso dizer? Sobrevoar os Alpes ao amanhecer é percorrer uma paisagem com algo de mágico e emocionante.
Era dez e meia quando aportamos no hotel mas nosso quarto não estava pronto. Mesmo podres e exaustos, fomos caminhar. 11:30, deitamos e dormimos o que não havíamos dormido em vinte e tantas horas. Acordamos quase cinco e fomos conhecer o Duomo. Mais uma catedral gótica, não me fez muita diferença, essas coisas não me emocionam mais. Jantamos num lugar chamado Vechia Napoli uma pizza como todas as pizzas deveriam ser.
FEV. 18
Hoje pela manhã, despertamos por volta das 8, tomamos café na cafeteria da esquina, cappuccios e brioches, depois fomos de metrô pra feira. No estande do RS, um cara de Santa Catarina e um de uma rede hoteleira bahiana. Uma vergonha pras nossas autoridades locais (estado e município) que não enviaram ninguém pra cá. Ficamos com o estande pra nós, ou melhor, pro pai. Fui perambular e arrecadar informações sobre países que os brasileiros não costumam visitar. Comi sushi de baleia com os islandeses (calma Vivi) ... e gostei (CALMA VIVI!), mas é forte e enjoativo e acabei tendo que empurrar com dois coposde uma aguardente deles. Depois fui conversar com os irlandeses e minha vontade de conhecer a ilhota em forma de urso de pelúcia só aumentou. O único stand europeu com gente tão legal quanto os latinoamericanos. E lá fui eu tomar um copo de Murphy's Stout do mini-pub q os malucos montaram lá. Chopp, não garrafa. Pués que, entre la birra de los irlandeses y el ron añejo de los cubanos, casi que me quedo borracho. Saímos pelas 3:30 da tarde (eu só bebendo, indo de Cuba pra Irlanda e disfarçando a fome com platanos fritos da Rep. Dominicana). Paramos no Duomo e comemos num restaurante da Galleria chamado ... Galleria. A comida tava ótima, mas comeu 20 euros por cabeça num piato executivo de arroz com azafrán e peito de frango grelhado. Viemos pro hotel trocar de roupa e apagamos, hehe.
Jantamos no quarto do hotel. Passamos num supermercado e compramos prosciutto, queijo, salame e aqueles plic-plac gigantes daqui da Itália. Tb trouxemos uma garrafa de Stella Artois que gelou na janela. Foi divertido caminhar pelo bairro, depois que acordamos pelas 7 e meia. Dormir tantas vezes por dia está me deixando confuso com as datas.
Resumo do resumo: tomei tanto ron cubando que quase liguei pro Brasil, mas o orelhão que aceitava o cartão que a Embratur me deu, adivinha, não funcionava.
sexta-feira, fevereiro 28, 2003
domingo, fevereiro 23, 2003
Atualizada quick
naum tem lugar em trem pra Paris até amanha de tarde. estamos presos neste buraco negro de dinheiro (um Mac custa 10 dolares, pra ter ideia) que é a Suiça. Ainda bem que daqui a pouco nos vamos.
Na França eu vou ter inet gratuita e vou postar todo o meu diario de viagem até agora. Por enquanto ficam estes mini posts pra vcs saberem que eu nunca vou esquecer vcs ... quanto melodrama ... em dez dias eu to de volta.
Bueno, me resta um minuto nesta porqueria que tah piscando escandalosamente aqui ... entaum ficamos por aqui até daqui um dia.
naum tem lugar em trem pra Paris até amanha de tarde. estamos presos neste buraco negro de dinheiro (um Mac custa 10 dolares, pra ter ideia) que é a Suiça. Ainda bem que daqui a pouco nos vamos.
Na França eu vou ter inet gratuita e vou postar todo o meu diario de viagem até agora. Por enquanto ficam estes mini posts pra vcs saberem que eu nunca vou esquecer vcs ... quanto melodrama ... em dez dias eu to de volta.
Bueno, me resta um minuto nesta porqueria que tah piscando escandalosamente aqui ... entaum ficamos por aqui até daqui um dia.
quinta-feira, fevereiro 20, 2003
oito francos suiços por meia hora de conexäo à 26,4 kbps. isso é algo como 30 pila, um conto por minuto. tenho pag.s e pag.s de aterial manuscrito, mas a este preço e velocidade ... e este maldito teclado alemäo daqui de Berna, vcs väo ter que esperar mesmo eu chegar em Paris ... ou mesmo em Porto Alegre.
tah bem menos frio do que eu gostaria e, esta noite, sai em busca de um lugar pra dançar, achei e mudei de ideia ... se fosse em londres, glasgow ou Dublin, a historia seria bem diferente. Beijos em todas as bocas que eu amo.
saudades.
tah bem menos frio do que eu gostaria e, esta noite, sai em busca de um lugar pra dançar, achei e mudei de ideia ... se fosse em londres, glasgow ou Dublin, a historia seria bem diferente. Beijos em todas as bocas que eu amo.
saudades.
domingo, fevereiro 16, 2003
sexta-feira, fevereiro 14, 2003
ou
Porventura
Porventura de Souza Borba nasceu no meio da noite. Seu pai sentia-se meio humano havendo a esposa sacrificado a própria vida para dar luz à pequena criatura. Foi cercado pela ironia do nome infeliz. O pai, Boaventura, morreu de ironia. Da bala ricocheteada do disparo policial que o tentara defender. A venda dos Souza Borba de artigos em braille faliu por falta de cuidados e excesso de má administração. Porventura perdeu o nome infame e virou mais um cadáver anônimo no necrotério da faculdade de Medicina. Porventura foi um texto breve.
quinta-feira, fevereiro 13, 2003
terça-feira, fevereiro 11, 2003
pois então ... era de se esperar ... eu sou meu espírito animal guia.

Wolf
What Is Your Animal Personality?
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Wolf
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a quem interessar possa (especialmente ao monsieur Xarro)
February
16th - POA/GRU/FRA
17th - FRA/MXP - Check-in Hotel Aurora - Milano
18th - Milano - Feira Internacional de Turismo de Milão (lavoro)
19th - Milano - Feira Internacional de Turismo de Milão (lavoro)
20th - Milano/Bern - trem - chegada 11h56
21st - Bern/Geneve - trem - chegada 10h30
22nd - Geneve/Paris (Lyon) - TGV - chegada 17h05
23rd - Paris
24th - Paris (Fausto de Gounot - beleza, minha ópera favorita - Sim, eu gosto de ópera - às vezes)
25th - Paris
26th - Paris
27th - Paris
28th - Paris(Montparnasse)/S.Malo - TGV - chegada 13h14
29th - Saint Malo
March 1st - S.Malo/S.Michael/S.Malo - TGV
March 2nd - Paris
March 3rd - PAR/FRA/GRU
March 4th - GRU/POA - chegada 13h30
roteiro por Krause da Astra
February
16th - POA/GRU/FRA
17th - FRA/MXP - Check-in Hotel Aurora - Milano
18th - Milano - Feira Internacional de Turismo de Milão (lavoro)
19th - Milano - Feira Internacional de Turismo de Milão (lavoro)
20th - Milano/Bern - trem - chegada 11h56
21st - Bern/Geneve - trem - chegada 10h30
22nd - Geneve/Paris (Lyon) - TGV - chegada 17h05
23rd - Paris
24th - Paris (Fausto de Gounot - beleza, minha ópera favorita - Sim, eu gosto de ópera - às vezes)
25th - Paris
26th - Paris
27th - Paris
28th - Paris(Montparnasse)/S.Malo - TGV - chegada 13h14
29th - Saint Malo
March 1st - S.Malo/S.Michael/S.Malo - TGV
March 2nd - Paris
March 3rd - PAR/FRA/GRU
March 4th - GRU/POA - chegada 13h30
roteiro por Krause da Astra
segunda-feira, fevereiro 10, 2003
sábado, fevereiro 08, 2003
sexta-feira, fevereiro 07, 2003
quinta-feira, fevereiro 06, 2003
quarta-feira, fevereiro 05, 2003
terça-feira, fevereiro 04, 2003
Engraçado ver que a FOX tem um atraso de 4 segundos por causa do satélite em relação à TVCom. De qualquer maneira foi bom ver o Grêmio ganhando no último minuto o seu primeiro jogo da Copa Toyota Libertadores e começar, com um tanto de ajuda da sorte, o que pode ser o caminho para um novo título continental.
segunda-feira, fevereiro 03, 2003
O seu Nestor Tipa Jr. finalmente publicou meu artigo sobre o Forum Social Mundial. Tudo bem que ele juntou meu título e meu subtítulo em uma única linha, dos males, certamente o menor, não é todo mundo que sabe a minha mania de dar dois títulos pra quase tudo o que escrevo. Bom, está na cobertura do Forum feita pela 359, junto com o artigo da Ingra Liberato. Quem quiser pular direto, clique aqui.
Quem quiser comentar alguma coisa, largue seus comentários aqui.
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domingo, fevereiro 02, 2003
alrighty then ... duh, óbvio.

You are a Dubliner.
What's your Inner European?
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EM UMA PALAVRA GUINNESS
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EM UMA PALAVRA GUINNESS
sábado, fevereiro 01, 2003
começou a chover. menos mal. caso contrário, acabaríamos todos nos matando.
na sexta, andávamos fazendo, nos intervalos de trabalho na PUC, piadas acerca dos Marines ficarem ouvindo Killing an Arab, do Cure, durante o treinamento. Praqueles que não sabem, a música é inspirada pelo livro O Estrangeiro, do Camus, meu livro preferido. É óbvio que a brincadeira era em cima do fato de que isto subverte completamente aquilo que o livro quer dizer e o que o autor defendia. ... Mas a graça é justamente essa.
É quase como usar Imagine para estimular o massacre de todos os líderes religiosos (Imagine no religion...) como meio de promover a paz.
Mas, do jeito que o mundo anda louco, não duvido que daqui a pouco essas interpretações inversas da arte passem a ser legitimadas de alguma forma.
Bem, quando tudo perde o sentido, ainda resta a revolta, bater as palmas uma na outra, tirar o excesso do barro e voltar a empurrar a grande pedra pra cima da montanha.
"California, ubber alles"
na sexta, andávamos fazendo, nos intervalos de trabalho na PUC, piadas acerca dos Marines ficarem ouvindo Killing an Arab, do Cure, durante o treinamento. Praqueles que não sabem, a música é inspirada pelo livro O Estrangeiro, do Camus, meu livro preferido. É óbvio que a brincadeira era em cima do fato de que isto subverte completamente aquilo que o livro quer dizer e o que o autor defendia. ... Mas a graça é justamente essa.
É quase como usar Imagine para estimular o massacre de todos os líderes religiosos (Imagine no religion...) como meio de promover a paz.
Mas, do jeito que o mundo anda louco, não duvido que daqui a pouco essas interpretações inversas da arte passem a ser legitimadas de alguma forma.
Bem, quando tudo perde o sentido, ainda resta a revolta, bater as palmas uma na outra, tirar o excesso do barro e voltar a empurrar a grande pedra pra cima da montanha.
"California, ubber alles"
Nós começamos a tarde em oito, bem, nove se contarmos a presença fulminante e meteórica do Doutor João Guilherme Barone Reis e Silva pela tarde. Eram, assim, o Dimi Lucho e seu irmão Diásper, a Michele, a Vivi, o Yerko, a figurinista, o violinista e eu. O violinista cumpriu sua parte e partiu. Sobraram sete. Estes sete combinaram jantar todos juntos no Walter. Destes sete, foram cinco, o Dimi Lucho e seu irmão Diásper, a Michele, a Vivi, o Yerko e eu. Comemos aquele batalhão de comida descrito abaixo. Combinamos de seguir a noite na festa gótica da Neo. Sobramos a Vivi e eu, devidamente paramentados em nossos pretinhos não-básicos. Lá ainda encontrei o PHRS e sua digníssima Márcia, o Johnny e mais um povinho desses mangakas doidos de Porto Alegre. Em minha honra, quando pisei na pista do subsolo tocou um bloquinho California Ubber Alles+My Way (versão Sex Pistols). O Johnny e eu pogueamos até sentir as tripas na garganta ... ah se o Daniel tivesse naquela pista, eu quebrava ele em dois (piada - nem tanto - interna entre a equipe do Pela Rua).
Nota Pelada: Sacada brilhante do DJ no fim da noite que juntou e sobrepôs Bela Lugosi's Dead com a versão do Marilyn Manson pra Tainted Love.
ah ... eu ainda vou mandar fazer um tartan preto e, bem, algo quase preto pra que eu possa fazer um Kilt escurão e soturno.
Bah, terminada a gravação das faixas da trilha sonora ... com um chato dum violino que nunca saía da mesma nota, nos demos de presente jantar no bom e velho Walter. Caímos que nem gafanhotos sobre a colheita e, em menos de uma hora, cinco de nós acabamos com um prato de filé à parmegiana, um de filé acebolado e um de porco grelhado com queijo, devidamente acompanhados de salada de batata, fritas e carreteiro.
agora é tomar um banho, um café e cair pra noite.
agora é tomar um banho, um café e cair pra noite.
sexta-feira, janeiro 31, 2003
quinta-feira, janeiro 30, 2003
Ah, ninguém do rádio foi pra rua, logo, o Bira continua. O Laurindo ficou como operador de câmera, de volta pra Famecos depois de ficar um bom tempo só na VideoPuc.
Mandaram vir duas AGX100 24P da Panasonic, provavelmente a melhor câmera MiniDV do mercado, lentes Leica e Scan Progressivo. Também pediram mais ilhas digitais. São quatro câmeras Mini DV agora, as AGX novas e uma Canon XL1 que já tavam lá pra VideoPuc.
Mandaram vir duas AGX100 24P da Panasonic, provavelmente a melhor câmera MiniDV do mercado, lentes Leica e Scan Progressivo. Também pediram mais ilhas digitais. São quatro câmeras Mini DV agora, as AGX novas e uma Canon XL1 que já tavam lá pra VideoPuc.
quarta-feira, janeiro 29, 2003
fui ver Femme Fatale com a Aninha. Enquanto ninguém fala, o filme é muito bom, depois do final do roubo, desanda. Bah, é o maior desperdício de talento que eu já vi, um Banderas mal aproveitado e um Rebecca Romjin-Stamos ainda mais mal aproveitada (nem nua ela fica direito, o que faz com que nem apelo erótico decente o filme tenha). Se o De Palma fizer mais um filme assim, é melhor ele se mudar pra Índia e ir trabalhar em Bollywood. Pior é que teria sido um média-metragem do caralho. Mas não, o filme é um longa. Sobra uma hora de encheção de linguiça e pseudo strip-teases que não servem pra nada. Saí do cinema rindo que me mijava. É uma historinha meiga sobre segundas chances e fazer a coisa certa.
Ai ai ... pelo menos a janta na Petisqueira tava boa ... e uma caminhada pelo Moinhos de Vento à noite sempre é bacaninha.
Ai ai ... pelo menos a janta na Petisqueira tava boa ... e uma caminhada pelo Moinhos de Vento à noite sempre é bacaninha.
terça-feira, janeiro 28, 2003
segunda-feira, janeiro 27, 2003
finalmente coloquei o link pra Astra Viagens, a agência do meu pai. Eu sabia que faltava alguma coisa neste blógui que era importante. Agora todos os meus leitores (bah, parece que é um monte) têm acesso aos melhores agentes de viagem disponíveis no mercado.
bem, finalmente enviei o meu artigo sobre minhas observações do Forum Social Mundial. Misturei Tolkien, Beatles, umas pinceladas de teoria da comunicação, uma boa dose de cinismo, umas pitadas de ceticismo e três gotas de esperança. Vamos ver se o Sr. Tipa Jr. gosta do que vai ler.
eu admito que tá muito doente, como costumam ser meus ensaios ... mas eu tentei, palavra, me conter.
eu admito que tá muito doente, como costumam ser meus ensaios ... mas eu tentei, palavra, me conter.
domingo, janeiro 26, 2003
oo dia de hoje não existiu, mas acabou muito happy happy joy joy na Cidade Baixa junto da Aninha Roxy e da Vivi onde encontramos a Cris, seu (agora o sabemos não-fictício) namorado e a Clarisse.
muita cerveja no Flanders com direito à umas pintas tocando Beatles no violão ... até atenderam nosso pedido e tocaram Eleanor Rigby que, pra mim, é a música que sumariza o Forum (me nego a colocar o acento) Social Mundial. junta a isso a meia garrafa de vinho que tinha tomado à tarde e dá pra se ver direitinho pq eu não acabei o artigo pra 359. :-) Saco ... mas de amanhã não passa, Tipa Jr, de amanhã não passa. ;-)
De resto vou dormir que minha cabeça ecoa com todo o Revolver mais todas as músicas do Bowie que falam em dançar, inclusive e principalmente "(p)Let's Dance" ... JOOOOYYYY!!!
muita cerveja no Flanders com direito à umas pintas tocando Beatles no violão ... até atenderam nosso pedido e tocaram Eleanor Rigby que, pra mim, é a música que sumariza o Forum (me nego a colocar o acento) Social Mundial. junta a isso a meia garrafa de vinho que tinha tomado à tarde e dá pra se ver direitinho pq eu não acabei o artigo pra 359. :-) Saco ... mas de amanhã não passa, Tipa Jr, de amanhã não passa. ;-)
De resto vou dormir que minha cabeça ecoa com todo o Revolver mais todas as músicas do Bowie que falam em dançar, inclusive e principalmente "(p)Let's Dance" ... JOOOOYYYY!!!
sexta-feira, janeiro 24, 2003
acabei de (des)montar o áudio do Ferreira Gullar para o filme das Oficinas de Cinema, o Pela Rua. Segunda eu confiro com o Dimi Lucho (que nome bom pra uma drag queen), o diretor, para seguir montando o áudio. E eu que achei que tavas todas as faixas da trilha sonora digitalizadas e tal, que nada, só o Ferreira. Bah, se eu soubesse disso antes, tinha feito isto ontem.
quarta-feira, janeiro 22, 2003
sad little note: morreu Al Hirschfeld, o sujeito que redefiniu os limites da caricatura até que virasse uma outra forma de arte.
terça-feira, janeiro 21, 2003
Ok. É oficial, o Porcello foi pra rua por ordem do Faraó Rá(uch) junto com 11 técnicos da VideoPuc (entre eles o Paulinho e o Borjão), que passará ao controle da Famecos como deveria ser desde priscas eras. Agora é esperar pra ver o que vai ser feito daquele tesouro tecnológico, com suas ilhas digitais, suas câmeras MiniDV Canon, estúdios extras, sala de Make-Up, sistema de distribuição, canal de cabo, et cetera.
Vamos esperar e pagar pra ver.
quem souber de mais alguma coisa, comente.
Vamos esperar e pagar pra ver.
quem souber de mais alguma coisa, comente.
segunda-feira, janeiro 20, 2003
domingo, janeiro 19, 2003
peguei a carona da Vivi e acabei pagando ao trocar um pneu furado dela. cerveja no Ossip. Whisky Ye Monks! da minha garrafinha no Ossip. Conversa com Rey Fontan no Ossip. Tudo muito produtivo, mesmo.
Depois mais cervejada juntando o Lucas ao time, lá no Flanders. Cheguei agora, mas antes de desmaiar na minha cama solitária, resolvi postar e ler meus posts. ...
Depois mais cervejada juntando o Lucas ao time, lá no Flanders. Cheguei agora, mas antes de desmaiar na minha cama solitária, resolvi postar e ler meus posts. ...
sexta-feira, janeiro 17, 2003
one from the vaults (outubro pra ser mais exato)
VELHAS ESPERANÇAS
Ela pensava no horizonte cada vez mais distante. Ele percebia melodias esquecidas pelo tempo. Ela olhava-o com admiração. Ele olhava-a com admiração. Sabiam ter coragem. A viagem seria longa, os dias frios e as noites apressadas. E a fome, a fome talvez os seguisse. A batalha não estava garantida, a vitória ainda menos. Ele sapateava baixinho. Ela balançava ao vento. Seguiam. Seguiriam. O barco era duro e pobre. Mas ao menos a fome ficaria para trás. Assim esperavam. Se ela, a fome, não os seguisse. Não haveria de seguir, esperavam. Ele a admirava pela coragem. Ela o admirava pela beleza. Queriam dançar um pouco mas não se convenceram de um bom porquê. Ele. Ela. Ambos. O frio. A bruma. O fio cortante da verdade. O sabor amanteigado da esperança. O perfume de café do futuro. Ele pensava em whisky. Ela pensava em croché. Os dias frios e as noites apressadas iam-se um após outro após outro seguido de mais um. Na curva distante do fim do mar um violino melancólico tocaria. Depois da curva distante no fim do mar alguém dança e outrém faz amor em colchões duros e sonha. Ela sonha. Ele sonha. A lua nova. A meia lua. A lua cheia. A fome, parece, havia perdido a viagem. No porto novo a esperança antiga ressurge. Os ratos também. Ela olha para ele que olha para os ratos como se os conhecesse pelo nome. Ela o admira pela coragem. Ele a admira pela beleza.
Os velhos mostram fotografias distantes às crianças com olhos que estas ainda não podem decifrar. Ele a admira. Ela o admira. Sobreviveram.
Ela pensava no horizonte cada vez mais distante. Ele percebia melodias esquecidas pelo tempo. Ela olhava-o com admiração. Ele olhava-a com admiração. Sabiam ter coragem. A viagem seria longa, os dias frios e as noites apressadas. E a fome, a fome talvez os seguisse. A batalha não estava garantida, a vitória ainda menos. Ele sapateava baixinho. Ela balançava ao vento. Seguiam. Seguiriam. O barco era duro e pobre. Mas ao menos a fome ficaria para trás. Assim esperavam. Se ela, a fome, não os seguisse. Não haveria de seguir, esperavam. Ele a admirava pela coragem. Ela o admirava pela beleza. Queriam dançar um pouco mas não se convenceram de um bom porquê. Ele. Ela. Ambos. O frio. A bruma. O fio cortante da verdade. O sabor amanteigado da esperança. O perfume de café do futuro. Ele pensava em whisky. Ela pensava em croché. Os dias frios e as noites apressadas iam-se um após outro após outro seguido de mais um. Na curva distante do fim do mar um violino melancólico tocaria. Depois da curva distante no fim do mar alguém dança e outrém faz amor em colchões duros e sonha. Ela sonha. Ele sonha. A lua nova. A meia lua. A lua cheia. A fome, parece, havia perdido a viagem. No porto novo a esperança antiga ressurge. Os ratos também. Ela olha para ele que olha para os ratos como se os conhecesse pelo nome. Ela o admira pela coragem. Ele a admira pela beleza.
Os velhos mostram fotografias distantes às crianças com olhos que estas ainda não podem decifrar. Ele a admira. Ela o admira. Sobreviveram.
"When I get older losing my hair
Many years from now
Will you still be sending me a Valentine
Birthday greetings, bottle of wine?
If I'd been out till quarter to three
Would you lock the door?
Will you still need me, will you still feed me
When I'm sixty-four?
You'll be older too
And if you say the word
I could stay with you
I could be handy mending a fuse
When your lights have gone
You can knit a sweater by the fireside
Sunday morning go for a ride
Doing the garden, digging the weeds
Who could ask for more
Will you still need me, will you still feed me
When I'm sixty-four?
Every summer we can rent a cottage
In the Isle of Wight if it's not too dear
We shall scrimp and save (we shall scrimp and save)
Grandchildren on your knee Vera, Chuck and Dave
Send me a postcard, drop me a line
Stating point of view
Indicate precisely what you mean to say
Yours sincerely wasting away
Give me your answer, fill in a form
Mine for evermore
Oh will you still need me, will you still feed me
When I'm sixty-four?"
não me perguntem o porquê de eu andar pensando nesta música, não saberia responder.
Many years from now
Will you still be sending me a Valentine
Birthday greetings, bottle of wine?
If I'd been out till quarter to three
Would you lock the door?
Will you still need me, will you still feed me
When I'm sixty-four?
You'll be older too
And if you say the word
I could stay with you
I could be handy mending a fuse
When your lights have gone
You can knit a sweater by the fireside
Sunday morning go for a ride
Doing the garden, digging the weeds
Who could ask for more
Will you still need me, will you still feed me
When I'm sixty-four?
Every summer we can rent a cottage
In the Isle of Wight if it's not too dear
We shall scrimp and save (we shall scrimp and save)
Grandchildren on your knee Vera, Chuck and Dave
Send me a postcard, drop me a line
Stating point of view
Indicate precisely what you mean to say
Yours sincerely wasting away
Give me your answer, fill in a form
Mine for evermore
Oh will you still need me, will you still feed me
When I'm sixty-four?"
não me perguntem o porquê de eu andar pensando nesta música, não saberia responder.
quinta-feira, janeiro 16, 2003
quarta-feira, janeiro 15, 2003
terça-feira, janeiro 14, 2003
MISERICÓRDIA
Um sujeito toca Blowing in the wind numa gaita de boca. O saguão da Usina do Gasômetro virou uma espécie de hospital de guerra. As pessoas suam, na folhinha, é quase Natal. As enfermeiras são quase crianças, adolescentes, usam uniformes brancos já manchados de muito sangue, um tanto fresco, um tanto coagulado. Sobre uma mesa coberta de um lençol branco feito de retalhos brancos de lençóis brancos há muito castigados de escarros e bílis alheias, uma mulher é examinada pelo olho biônico do doutor. Ele murmura qualquer coisa sobre germes, infecção, pus e impunidade. Ela olha a própria barriga e, neste movimento sente os pontos a romper e enxerga o encharque rubro na bandagem nova. O braço forte, ferido e enluvado a empurra com força para baixo enquanto o doutor lembra Eu falei pra não te mexer, não falei? Ela lembra, lembra também do marido, do ataque, do filho não nascido que agora não vem mais, do pão e da água roubados. Ao lado deles, uma das enfermeiras-criança cobre um corpo até o rosto, Outro que dorme para não acordar mais. A paciente fechou os olhos com força, o médico a olhou com complacência, viu seu sofrimento, sorriu, deu-lhe um golpe na nuca. Silêncio.
A mulher acordou quando o sol já não mais castigava as janelas de vidro. Algumas enfermeiras e o médico grelhavam um par de morcegos. Uma delas misturava o sangue dos animais à água e açúcar e depois servia em copos. Ela chamou o doutor que lhe avisou Podes levantar, suturamos a fogo. Ela se sabia estéril, mas a cicatriz queimada era melhor que os pontos que abriam e a lembrança do fruto do amor perdido. Ainda bem que José já havia morrido quando os canibais comeram nosso filho, murmurou baixinho. Ela tinha quase completado o termo quando foram surpreendidos na esquina democrática. Estavam a caminho do hospital para tentar ter a criança com um pouco de segurança. Ela ia sobre um carrinho de supermecados, junto com um pão de forma e um garrafão de água. Foram levados para as ruínas de um velho sobrado, José foi morto tentando resistir, a criança fora arrancada em uma cesariana precária. Cortaram o cordão umbelical com um facão mateiro e largaram a criança natimorta direto sobre as brasas. Perdera a consciência antes de começarem a cortar seu pequeno filhote, comer seu corpo e beber seu sangue. Ainda assim a fome e a sede falaram mais alto e ela decidiu aceitar uma asa grelhada e um gole de sangue doce. Ela pergunta se não precisam de ajuda no hospital, Toda a minha família se foi e eu sinto uma vontade tão grande de ajudar. O médico limpa o suor, nada diz, morde a perna de morcego e toma um grande gole de sangue doce, Come e dorme, se amanhã tu ainda te sentir assim, a gente conversa de novo. Ela acenou concordando, ele esvaziou uma cápsula dentro do copo dela, sorriu, É só analgésico. Ela confia nele, não há razão para não confiar, a dor é tanta.
Ela acordou pela manhã tossindo uma mancha grossa de sangue no próprio peito. Parecia um coração, mas era só uma pequena hemorragia. Limparam-na, despiram-na, prepararam-na para cirurgia. O doutor murmurou, Ainda é muito cedo para tu começares a ajudar as gentes por aqui. Ela sorriu de simpatia, depois riu do éter e finalmente desmaiou.
Quando despertou ainda lhe costuravam o peito. Observou-se no espelho acima, a confusão sobrepondo à dor, agora possuía duas cicatrizes no ventre e uma no centro do peito. Quis chorar mas viu-se seca de lágrimas. Sentiu o pulso metálico e controlado de seu novo coração. O velho não aguentara à perda de sangue e ao stress dos últimos dias, comentou o médico com seu olho de vidro. Ela suspirou. Ele comentou que as emoções ficavam mesmo perto do hipotálamo, que o coração era meramente um símbolo vazio dos poetas do passado, que os novos não eram alvo das bactérias e dos vírus, que era mais higiênico e confiável e que … Ela já não mais prestava atenção. Aquele X no ventre sempre a lembraria de não mais poder conceber, a linha reta no peito apontava para o centro dele, aquilo parecia familiar, mas nunca estudara muita história e nunca lembraria qualquer coisa daquele gênero de qualquer maneira. Voltou a si quando lhe ofereceram um copo de sangue doce, um anti-estamínico e um calmante. Aceitou, tomou, sorriu, cambaleou até a escada e sentou nos degraus olhando para baixo. No saguão, uma menina-enfermeira puxava o lençol sobre um rosto e murmurava, Mais um que dorme para não acordar mais. Ficou ali olhando aquelas crianças, provavelmente todas órfãs, cobrindo os rostos de cadáveres que nunca serão seus pais. Pensou que teve bonecas, jogou videogames e até subiu em uma árvore uma vez. Essas crianças nunca correm, pensou, algumas nem podem. Sentiu a febre começando a subir. Suou, pediu um agasalho. No sol da manhã de dezembro, trinta e dois graus. Deram-lhe um lençol azul meio roto, ela enfiou os dedos por um par de buracos, cobriu a cabeça e tentou esconder as bandagens o melhor que pode. Desceu as escadas com calma e cuidado e um pouco de medo. Juntou o grupo de enfermeiras-meninas e perguntou se elas já haviam comido bolo. Não tinham. Retirou-se, deitou-se, dormiu.
Acordou só na manhã seguinte. Ou na seguinte ainda, não sabia bem. Dirigiu-se para a cozinha sem dirigir palavra a ninguém. Seu coração metálico queria acelerar. Encontrou farinha, açucar, um bolor medicinal que poderia servir de fermento, tirou de sua bagagem uma pequena barra de chocolate mordida que os saqueadores não haviam visto, vasculhou, cavocou, encontrou um pedaço de manteiga. Misturou tudo com as mãos até que ficou uma espécie de massa, colocou num prato fundo e largou no meio do carvão. Abatumou. Abatumou mas era um bolo de chocolate como aquelas crianças jamais haviam visto. Dividiu, sobrou até um pedaço para si e um para o doutor ciborgue. Comeram empurrando com sangue doce de cachorro. Perguntou o nome de cada uma, estavam todas ali, Mariana, Carolina, Viviane, Luísa e Luzia, Simone, Márcia, Susana, Clotilde, Débora, Ismália, Cláudia, Andréia, Ana e Ana Paula, Fabiana, Fernanda e Fabíola, Patrícia, Jimena, Sheila, Letícia e o Doutor João Batista. Mariana foi quem perguntou, E qual o teu nome tia? Ainda enrolada no lençol azul e febril, ela sorriu e suspirou, Maria. Caiu de costas e faleceu naquele instante rejeitando o órgão biônico que lhe havia prolongado a vida de sofrimento até aquele dia. Na folhinha, 25 de dezembro, 2112.
tem que dar o braço a torcer, a versão da orquestra do Jools Holland para If You Wear That Velvet Dress, com senhor Paul Hewson como convidado nos vocais é muito, muito boa, totalmente ballroom e ainda mais sexy que a original.
"Tonight the moon is playing tricks again
I'm feeling seasick again
The whole world could just dissolve
into a glass of wine
I've been good
'cause I know you don't want me too
Do you really want me to be good?"
"Tonight the moon is playing tricks again
I'm feeling seasick again
The whole world could just dissolve
into a glass of wine
I've been good
'cause I know you don't want me too
Do you really want me to be good?"
Que droga você é viciado?
considera a hora deste post e o fato de que eu estou escrevendo neste exato momento (não o blógui, né, o blógui é pra relaxar) um conto chamado misericórdia em que a Usina do Gasômetro virou um hospital improvisado e as pessoas morrem às dezenas enquanto um médico ciborgue se desdobra em mil pra tentar ajudar todos os enfermos antes do natal ....
hahah ... só podia ser cafeína ... é o meu maior vício mesmo ... hoje eu tomei quatro xícaras de café preto das grandes e café com leite gelado no jantar.
hahaha ... she's a maniac, maniac .... lalala ... eu lembro dessa música, yip dip doo loo lah ...
segunda-feira, janeiro 13, 2003
domingo, janeiro 12, 2003
tá, tipo, minha coleção de mp3 é a coisa mais estranha ...
agora eu estou ouvindo Chris DeBurgh (que por sinal é um nome gaélico) cantando Lady in Red.
e por algum motivo, isto tá mexendo comigo agora ... sei lá, deve ser uma coisa dos anos 80. tem que ser.
por pura curiosidade histórica (ou não) aí vai.
The Lady In Red - Chris DeBurgh
I've never seen you looking so lovely as you did tonight
I've never seen you shine so bright
I've never seen so many men ask you if you wanted to dance
They're looking for a little romance
Given half a chance
And I've never seen that dress you're wearing
Or that highlights in your hair
That catch your eyes
I have been blind
The lady in red is dancing with me
Cheek to cheek
There's nobody here
It's just you and me
It's where I wanna be
But I hardly know this beauty by my side
I'll never forget the way you look tonight
I've never seen you looking so gorgeous as you did tonight
I've never seen you shine so bright you were amazing
I've never seen so many people want to be there by your side
And when you turned to me and smiled it took my breath away
And I have never had such a feeling such a feeling
Of complete and utter love, as I do tonight
The lady in red is dancing with me
Cheek to cheek
There's nobody here
It's just you and me
It's where I wanna be
But I hardly know this beauty by my side
I'll never forget the way you look tonight
I never will forget the way you look tonight
The lady in red
My lady in red
I love you
agora eu estou ouvindo Chris DeBurgh (que por sinal é um nome gaélico) cantando Lady in Red.
e por algum motivo, isto tá mexendo comigo agora ... sei lá, deve ser uma coisa dos anos 80. tem que ser.
por pura curiosidade histórica (ou não) aí vai.
The Lady In Red - Chris DeBurgh
I've never seen you looking so lovely as you did tonight
I've never seen you shine so bright
I've never seen so many men ask you if you wanted to dance
They're looking for a little romance
Given half a chance
And I've never seen that dress you're wearing
Or that highlights in your hair
That catch your eyes
I have been blind
The lady in red is dancing with me
Cheek to cheek
There's nobody here
It's just you and me
It's where I wanna be
But I hardly know this beauty by my side
I'll never forget the way you look tonight
I've never seen you looking so gorgeous as you did tonight
I've never seen you shine so bright you were amazing
I've never seen so many people want to be there by your side
And when you turned to me and smiled it took my breath away
And I have never had such a feeling such a feeling
Of complete and utter love, as I do tonight
The lady in red is dancing with me
Cheek to cheek
There's nobody here
It's just you and me
It's where I wanna be
But I hardly know this beauty by my side
I'll never forget the way you look tonight
I never will forget the way you look tonight
The lady in red
My lady in red
I love you
não é só o punk que está morrendo
MORREU MAURICE GIBB
O baixista e tecladista de 53 anos faleceu hoje pela manhã, de ataque cardíaco enquanto se preparava para fazer uma cirurgia no intestino. Ele e os irmãos Robin e Barry moravam em Miami desde os anos 70.
Para quem não sabe, o cara era um dos Bee Gees.
de onde tirei a informação
O baixista e tecladista de 53 anos faleceu hoje pela manhã, de ataque cardíaco enquanto se preparava para fazer uma cirurgia no intestino. Ele e os irmãos Robin e Barry moravam em Miami desde os anos 70.
Para quem não sabe, o cara era um dos Bee Gees.
de onde tirei a informação
sábado, janeiro 11, 2003
on a lighter note. Here are the scans from the Lord Of The Rings - Return Of The King calendar.
Aproveitem.
Aproveitem.
é muito chato a forma como as pessoas acabam te decepcionando por exagerar em coisas que antes até te atraíam. é incrível também que unsolicited advice tenha se tornado uma praga, quase um vício para algumas pessoas. conheço mais de uma com este problema, mas algumas levam ao ponto de ser doentio. eu, como todo mundo que me conhece sabe, odeio confrontamentos desnecessários e sempre achei o silêncio mais interessante do que um bate-boca de cabeças quentes.
...
mais chato ainda quando isto acontece no momento em que começas a pensar que as coisas estão para se acalmar.
é uma pena. e uma decepção. principalmente quando vêm de pessoas que se gosta e respeita e se tem uma história conjunta que merece ser respeitada.
eu sou eternamente esperançoso, mas a calma e a paciência estão cobrando preços caros.
...
mais chato ainda quando isto acontece no momento em que começas a pensar que as coisas estão para se acalmar.
é uma pena. e uma decepção. principalmente quando vêm de pessoas que se gosta e respeita e se tem uma história conjunta que merece ser respeitada.
eu sou eternamente esperançoso, mas a calma e a paciência estão cobrando preços caros.
sexta-feira, janeiro 10, 2003
festa estranha com gente esquisita ...
a festa tava boa, melhor que a grossa maioria das festas de formatura que já fui.
no entanto, os bafões foram muito mais deprês do que engraçados. a namorada de um amigo meu tomou todas e deu em cima de outro amigo meu ... que por sinal fez a recepção num lugar horrivelmente longe no qual os seguranças me barraram pq eu tava numa tal de lista pra depois da meia-noite que nem o cara que me convidou sabia que existia.
uns amigos da Roxy se desentenderam pq num ex-casal, a menina resolveu que queria voltar e o cara disse que não, durante o baile, é claro. ficou um pra cada lado e o clima foi pesando.
aí eu levei um tapa na cara de uma ex (tavez devesse ter lido o comentário da Ana Maria antes, só vi agora) pq estava olhando para uma outra guria enquanto todos nós dançávamos numa roda. eu entendo a situação de ex, mas não ia agarrar a guria na frente dela, por mais que eu ache a guria legal, inteligente, espirituosa e talentosa (plus beautifuly wide brown eyes ... os atributos que mais valorizo numa mulher). ainda assim, foi uma atitude injusta e injustificada ... e, claro, criou um puta climão.
pelo menos eu consegui dar o anel que eu comprei pra Roxy de formatura, um anel de prata (quem conhece ela bem sabe que ela não usa dourado) com uma ônix (que é a pedra do signo dela ... bendita hora que ela não é canceriana, taurina ou capricórnio, pq eu não teria grana pra esmeraldas, diamantes ou rubis ... e ela nem gosta de rubi). Anyway, presente de irmão. melhor que isso, só se fosse uma passagem pra recife.
depois dessa, vou dormir um poquitinho ....
a festa tava boa, melhor que a grossa maioria das festas de formatura que já fui.
no entanto, os bafões foram muito mais deprês do que engraçados. a namorada de um amigo meu tomou todas e deu em cima de outro amigo meu ... que por sinal fez a recepção num lugar horrivelmente longe no qual os seguranças me barraram pq eu tava numa tal de lista pra depois da meia-noite que nem o cara que me convidou sabia que existia.
uns amigos da Roxy se desentenderam pq num ex-casal, a menina resolveu que queria voltar e o cara disse que não, durante o baile, é claro. ficou um pra cada lado e o clima foi pesando.
aí eu levei um tapa na cara de uma ex (tavez devesse ter lido o comentário da Ana Maria antes, só vi agora) pq estava olhando para uma outra guria enquanto todos nós dançávamos numa roda. eu entendo a situação de ex, mas não ia agarrar a guria na frente dela, por mais que eu ache a guria legal, inteligente, espirituosa e talentosa (plus beautifuly wide brown eyes ... os atributos que mais valorizo numa mulher). ainda assim, foi uma atitude injusta e injustificada ... e, claro, criou um puta climão.
pelo menos eu consegui dar o anel que eu comprei pra Roxy de formatura, um anel de prata (quem conhece ela bem sabe que ela não usa dourado) com uma ônix (que é a pedra do signo dela ... bendita hora que ela não é canceriana, taurina ou capricórnio, pq eu não teria grana pra esmeraldas, diamantes ou rubis ... e ela nem gosta de rubi). Anyway, presente de irmão. melhor que isso, só se fosse uma passagem pra recife.
depois dessa, vou dormir um poquitinho ....
quinta-feira, janeiro 09, 2003
quarta-feira, janeiro 08, 2003
testezinho interessante
(Vivi, acho que tu vais achar este particularmente interessante ... hehe ... you big Cure fan you)
(Vivi, acho que tu vais achar este particularmente interessante ... hehe ... you big Cure fan you)
Mysterious, quiet, reserved. You are...
A forest
Come closer and see I hear her voice Into the trees
Suddenly I stop |
Which Cure song are you?
Test by Ligeia
mmm ... gostei do resultado
terça-feira, janeiro 07, 2003
Uma breve consideração sobre A casa das sete mulheres (o tio Assis Brasil disse que é só a primeira letra que deve ir maiúscula ... hehe) e a estupidez da televisão aberta brasileira.
Primeiro o produto em si. A produção é, bah, sem comentários, fotografia, figurino, nem a falta de sotaque me deixou injuriado, embora eu ache que podia ter mais uns tu aqui e ali. O que nos traz ao problema, são 52 capítulos, certo? Certo. Como a Globo vai passar isso? Como sempre passa o que eles chamam de "minissérie", como uma meia novela ... porque esta é a duração de 52 capítulos, meia novela, exceto aquelas que ficam rodando pra sempre tipo Roque Santeiro. A razão de isso ser estúpido é que não sobra tempo para digerir a série e seus acontecimentos. Não seria muito mais interessante (e lucrativo) passar um capítulo por semana, num determinado dia, em horário nobre como está, com uma reprise de madrugada no final de semana para quem eventualmente perdesse um capítulo e, assim, levar um ano (52 semanas) apresentando a série? Não, a teledramaturgia brasileira não pode fazer uma coisa dessas, imagina. Apresentar tudo de uma vez é apostar no fracasso da qualidade da produção e na falta de fidelidade de um público que nunca teve a chance de ser fiel. Que saco. Eu gostei, queria poder levar sete dias debatendo com amigos, vendo surgir grupos de discussão, agonizando por notícias muito mais do que passar as noites quentes de verão em que posso beber e dançar e dormir com alguma rapariga interessante na frente de um televisor só porque o produto é bom, ou gastando toneladas de fitas pra gravar tudo. Alguém precisa ensinar o valor de fidelidade pra globo. ... ... Eu achei que tinham aprendido depois do que fizeram com Twin Peaks (que tbm foi apresentado como "mini-série"). Bah.
Primeiro o produto em si. A produção é, bah, sem comentários, fotografia, figurino, nem a falta de sotaque me deixou injuriado, embora eu ache que podia ter mais uns tu aqui e ali. O que nos traz ao problema, são 52 capítulos, certo? Certo. Como a Globo vai passar isso? Como sempre passa o que eles chamam de "minissérie", como uma meia novela ... porque esta é a duração de 52 capítulos, meia novela, exceto aquelas que ficam rodando pra sempre tipo Roque Santeiro. A razão de isso ser estúpido é que não sobra tempo para digerir a série e seus acontecimentos. Não seria muito mais interessante (e lucrativo) passar um capítulo por semana, num determinado dia, em horário nobre como está, com uma reprise de madrugada no final de semana para quem eventualmente perdesse um capítulo e, assim, levar um ano (52 semanas) apresentando a série? Não, a teledramaturgia brasileira não pode fazer uma coisa dessas, imagina. Apresentar tudo de uma vez é apostar no fracasso da qualidade da produção e na falta de fidelidade de um público que nunca teve a chance de ser fiel. Que saco. Eu gostei, queria poder levar sete dias debatendo com amigos, vendo surgir grupos de discussão, agonizando por notícias muito mais do que passar as noites quentes de verão em que posso beber e dançar e dormir com alguma rapariga interessante na frente de um televisor só porque o produto é bom, ou gastando toneladas de fitas pra gravar tudo. Alguém precisa ensinar o valor de fidelidade pra globo. ... ... Eu achei que tinham aprendido depois do que fizeram com Twin Peaks (que tbm foi apresentado como "mini-série"). Bah.
direto do New York Times
By ADAM LIPTAK
James and Laurie Ann Ryan's Las Vegas vacation last January was more exciting than they would have liked. Soon after they checked into the Hard Rock Hotel, they found a body in the bathtub. When they tried to leave, hotel security guards and a paramedic detained them.
Philip Zelnick was surprised, too, when he went to catch a plane at an Arizona airport. A security guard made him lie down on a conveyor belt and pass through the X-ray machine. It left him, he said, humiliated and "bleeding all over the place."
Both incidents were practical jokes, manufactured by television shows. But the Ryans and Mr. Zelnick were not amused, and they have sued the producers.
Lawsuits against the unscripted entertainment shows known as reality television used to be filed by people who got hurt imitating stunts on shows like "Jackass" or believed that the rules on shows like "Survivor" were applied unfairly.
Now, media lawyers and insurance executives say a new sort of lawsuit, involving claims of serious physical and emotional injury to the participants themselves, is on the rise.
These suits raise the question, as one filed last month put it, of how the law should address "the public's apparent craving to witness real-life physical and emotional turmoil." That suit was filed by Jill Mouser, who said she was badly hurt in a device called "the harness of pain" on a pilot for a CBS show called "Culture Shock."
Unlike the Ryans and Mr. Zelnick, Ms. Mouser had signed a release. But she says it should be disregarded because it failed to warn her about all of the show's hazards.
In addition to posing difficult legal questions, the suits are changing the economics of this famously cheap form of programming.
"The extraordinary growth of reality programs could only inevitably lead to an equally extraordinary growth in claims," said Sandra Baron, the executive director of the Media Law Resource Center, which collects information about lawsuits against news organizations and entertainment companies.
"Insurance is going to soar," Ms. Baron said, "and litigation costs are going to go through the roof."
Bob Banner, who produced "Candid Camera" in the 1960's, said he could not recall a lawsuit against that show.
"We never tried to embarrass people or put them in a precarious situation," Mr. Banner said. "We did much gentler things."
Times have changed, said Gloria Allred, a Los Angeles lawyer who has represents plaintiffs in two other suits pending against reality shows. The reasons, Ms. Allred said, are cultural and economic.
"Humiliation TV sells," she said.
A new version of "Candid Camera," which appears on the Pax network, was responsible for injuring Mr. Zelnick at an airport in Bullhead City, Ariz., in the summer of 2001.
Mr. Zelnick, 35, a personal fitness trainer from Palm Springs, Calif., said he felt coerced into lying on the conveyor belt.
"My first reaction was that it had to be a joke," he said. "I asked if it was `Candid Camera.' "
Peter Funt, the show's host, was wearing the uniform of an airport security guard. He assured Mr. Zelnick that the request was serious.
"You can't joke about these things in an airport," said Mr. Funt, whose father, Allen Funt, created the original show.
Mr. Funt did not let Mr. Zelnick in on the joke until he emerged bruised, bloody and screaming in pain.
The segment was not broadcast, but similar ones have been popular as "a parody of security in airports," Mr. Funt said in an interview.
Mr. Funt said the idea was not representative of the show's usual approach. "It breaks my heart to find myself within the cesspool of reality TV shows," he said.
But he conceded that he felt pressure from newer approaches.
"It becomes harder and harder," he said, "to hold to standards you believe in when your competitors are fast and furious and footloose and are seeming to have at least some temporary success."
Mr. Funt, however, did not express particular sympathy for Mr. Zelnick.
"We accidentally hurt somebody," he said. "I was relieved that it wasn't worse and upset that it happened at all. We turned it over to our insurance company. He was offered a token amount, a few thousand dollars, and he turned it down."
The lawsuit is scheduled to go to trial this year.
Reality shows that do not involve hidden cameras can try to protect themselves from suits by insisting on releases from participants.
Jill Mouser and Marcus Russell, a Los Angeles couple, signed such releases before being flown, blindfolded, to what turned out to be the Arizona-New Mexico border for the pilot of a CBS show called "Culture Shock" in October.
Ms. Mouser, a 29-year-old saleswoman, said she suffered severe pain and lasting injury after being hung for 40 minutes with her back bent unnaturally in a harness.
She and another woman were competing for $100,000 in the final event of the pilot, held at an Indian reservation. The woman who lasted longest was to win the money.
The show added an element of emotional tension, too. Mr. Russell, a 33-year-old film director, held the line that kept Ms. Mouser suspended, making him responsible for her agony.
When she was eventually lowered, screaming, she was injected with morphine, placed on a backboard and driven to a hospital more than an hour away.
"When does it stop?" Mr. Russell asked. "When someone is going to die?"
Ms. Mouser and Mr. Russell said they had been pressured to sign a second release four days into the competition and immediately before she was placed in the harness. They said they were told they would forfeit their shot at the prize if they did not sign.
Lawyers for CBS and Rocket Science Laboratories, which is producing "Culture Shock," did not respond to requests for comment. The future of the show is uncertain.
James and Laurie Ann Ryan, whose Las Vegas vacation was ruined, have sued the Hard Rock Hotel and MTV, which is producing "Harassment," the show that arranged the stunt.
The host of "Harassment," the actor Ashton Kutcher, has described the show as "guerrilla `Candid Camera.' " The show will have its debut later this winter, but the segment involving the Ryans will not be used, an MTV spokeswoman said. She would not discuss the lawsuit.
Jonathan H. Anschell, a Los Angeles lawyer who represents the defendants in the suit — MTV, the Hard Rock Hotel and Mr. Kutcher — declined to comment, citing the pending litigation and a confidentiality agreement.
Barry B. Langberg, a Los Angeles lawyer who represents the Ryans, said that only lawsuits could moderate the conduct of the producers of such shows.
"Something like this is done for no other reason than to embarrass people or humiliate them or scare them," Mr. Langberg said. "The producers don't care about human feelings. They don't care about being decent. They only care about money."
Television executives love reality programming because it is cheap. But the recent spate of lawsuits may prove costly, and insurance companies have already raised the rates for reality shows significantly.
"Premiums have nearly doubled," said Chad Milton, a senior vice president of the insurance brokerage firm Marsh and an expert in media insurance, referring to insurance programs for large companies, "and deductibles have gone up in quantum jumps."
Mr. Milton emphasized that these increases had many causes and that insurance prices in general had recently spiked. But, he continued, individual reality shows not covered by a large company's policy can find it hard to obtain insurance at all.
Brian Grossman, who represents Ms. Mouser and Mr. Russell, said the producers of such shows were mistaken if they thought lawsuits were simply a cost of doing business.
"That's why God invented punitive damages," Mr. Grossman said.
Clay Calvert, an associate professor of communications and law at Pennsylvania State University and the author of "Voyeur Nation" (Westview Press, 2000), said other economic pressures must be considered.
"It's low-cost programming," Professor Calvert said. "Now the question is whether the costs imposed by litigation will start to make it less financially attractive. But it's still going to be cheaper than paying the cast of `Friends.' "
espero que a TV brasileira aprenda com os erros dos outros. quando vão começar a processar o Domingão do Faustão, o Gugu e aquele cara da RedeTV? ...
What Egyptian Deity are you? go to:the quiz!
You're Anubis. You are commonly depicted as a dog, or as having a dog's head. In the olden days, you were grandly potent; indeed, you were once the sole lord of the dead. However, those days passed long ago, Osiris usurped your throne, and you've been relegated to a less exciting role in the universe. You spend most of your time lounging about the acropolis in Memphis and howling at the Dogstar. At least you're not castrated like Osiris.
ontem consegui comprar uma coisinha que eu queria, tomar umas várias cervejas com o Tiago (aliás, fomos num boteco no Menino Deus onde a ceva é mas barata que no Flanders), voltei pra cas e caí duro na frente da TV. fui acordar de madrugada pra ir dormir. Imprestável, hehe.
Bom, daqui a pouco vou ter que enfrentar o sol nivelador e o calor matador de razões e fazer uns afazeres mundanos.
Bom, daqui a pouco vou ter que enfrentar o sol nivelador e o calor matador de razões e fazer uns afazeres mundanos.
segunda-feira, janeiro 06, 2003
notícia ruim mas importante, a gente dá inteira.
Morre Conrad L. Hall, diretor de fotografia de "Beleza Americana"
da Reuters, em Los Angeles
O diretor de fotografia Conrad L. Hall, premiado com Oscars por filmes como "Beleza Americana" e "Butch Cassidy", morreu no último sábado em decorrência de um câncer na bexiga. A informação é da edição desta segunda-feira do jornal "Daily Variety".
Hall morreu aos 76 anos em um hospital em Santa Mônica, na Califórnia, segundo o jornal. Seu nome deverá ser um dos indicados para disputar o Oscar neste ano com o filme "Estrada para Perdição", estrelada por Tom Hanks.
Nascido no Taiti, Hall era filho do co-autor de "O Grande Motim", James Norman Hall, e rodou mais de 30 filmes durante sua carreira de 50 anos.
Ele foi indicado para nove Oscars, como "A Sangue Frio", "O Dia do Gafanhoto" e "Lances Inocentes".
Hall, que tinha uma ilha no Taiti, parou de trabalhar como cinegrafista por 10 anos, em meados de 1970, para poder escrever roteiros.
Em 2000 ele ganhou um Oscar por "Beleza Americana", filme premiado com cinco Oscars.
Apesar de sua aversão à violência, Hall se uniu novamente ao diretor de "Beleza Americana", Sam Mendes, para rodar "Estrada para Perdição".
Hall planejava sua estréia na direção de um filme, uma comédia que ele havia escrito sobre um gigolô em crise de meia-idade.
da Reuters, em Los Angeles
O diretor de fotografia Conrad L. Hall, premiado com Oscars por filmes como "Beleza Americana" e "Butch Cassidy", morreu no último sábado em decorrência de um câncer na bexiga. A informação é da edição desta segunda-feira do jornal "Daily Variety".
Hall morreu aos 76 anos em um hospital em Santa Mônica, na Califórnia, segundo o jornal. Seu nome deverá ser um dos indicados para disputar o Oscar neste ano com o filme "Estrada para Perdição", estrelada por Tom Hanks.
Nascido no Taiti, Hall era filho do co-autor de "O Grande Motim", James Norman Hall, e rodou mais de 30 filmes durante sua carreira de 50 anos.
Ele foi indicado para nove Oscars, como "A Sangue Frio", "O Dia do Gafanhoto" e "Lances Inocentes".
Hall, que tinha uma ilha no Taiti, parou de trabalhar como cinegrafista por 10 anos, em meados de 1970, para poder escrever roteiros.
Em 2000 ele ganhou um Oscar por "Beleza Americana", filme premiado com cinco Oscars.
Apesar de sua aversão à violência, Hall se uniu novamente ao diretor de "Beleza Americana", Sam Mendes, para rodar "Estrada para Perdição".
Hall planejava sua estréia na direção de um filme, uma comédia que ele havia escrito sobre um gigolô em crise de meia-idade.
"Summer days drifted away
but, O
O those summer nights"
quem não sabe de onde isto é, sorry.
ByTheWay estão refilmando The Rocky Horror Picture Show numa produção para TV australiana que a ser lançada este ano. Com sorte as videolocadoras vão receber uma cópia disto que promete ser uma pérola pros fãs da história. O interessante é que a direção é do Stephan Elliot de The
Adventures of Priscilla, Queen of the Desert e o papel do narrador será interpretado por Craig Parker, que, para quem não está ligado, faz o elfo Haldir nO Senhor dos Anéis. Na versão do Elliot, o Dr. Frank'n'Further é um cirurgião plástico, mas diálogos e música não foram mudados. Estou oficialmente curioso.
"You're a hot-dog
But You'd better not try to hurt'er
Frank Further"
Which Jedi
Knight are you? go to:the
quiz!
You are the deceptively spritely
Master Yoda. Your past is mysterious and you like bran. Though
you walk with a cane, everybody fears your ability to deftly
manipulate your lightsaber. Everybody thinks you're alright, but
secretly people want to throttle you for your poor english. If
you can manipulate other peoples' minds, why can't you teach
yourself to speak?
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